Pouco tempo após o lançamento do ChatGPT, durante o primeiro semestre de 2023, questionamos algumas/uns estudantes do curso de Computação para saber se estavam utilizando a IA generativa nas atividades acadêmicas. Essas/es estudantes costumam se apropriar rapidamente das tecnologias digitais, o que nos possibilitou investigar mais rapidamente as implicações dessa tecnologia para a estudantada. Os depoimentos[1] são reveladores de como as práticas de estudo-aprendizagem já estavam sendo reconfiguradas pela IA. Notamos que muitas/os estavam fazendo uso “rotineiro”, “constante”, “em vários momentos do dia”, promovendo “mudanças de hábitos” a ponto de “não estudar sem o ChatGPT”, pois a IA generativa “muda tudo”:
Do zero ao rotineiro, acabei imersa no uso do ChatGPT. Fico cada vez mais fascinada com as possibilidades, facilidades e descobertas que ele me proporciona. […] A utilização constante do ChatGPT se tornou parte integrante da minha rotina acadêmica. Atualmente, dificilmente passo um dia sem abrir a plataforma e recorrer a ela para fazer perguntas ou buscar informações sobre os mais diversos assuntos. (Joana)
Novas rotinas com o ChatGPT. Após descobrir o ChatGPT e entender seu potencial, considero que realizei algumas mudanças de hábitos para utilizá-lo a meu favor nas tarefas do dia a dia. (Artur)
Atualmente eu não estudo sem o ChatGPT […] A gente tem de usar MUITO. Conhecer ele cada vez mais, ficar íntimos. Aprender a mandar aquele comando preciso e explorar toda sua inteligência. (Mariana)
Confesso que uso o ChatGPT constantemente, em vários momentos do meu dia. Já usei para me ajudar com trabalhos, apresentações, provas, entrevistas de emprego, […] até agora tem me ajudado bastante a ter um “norte”, indicar algo que não percebi ou ter outras interpretações. (Viviane)
O ChatGPT é uma ferramenta que muda tudo. (Augusto)
Embora o ChatGPT já estivesse amplamente difundido e sendo muito utilizado por estudantes do curso em questão, ainda havia algumas/uns que não faziam uso frequente da IA:
Não faço um uso muito intenso do ChatGPT, não vejo formas, por enquanto, de que ele me agregue algo. (Leandro)
Por mais que seja tentador, não tenho utilizado tanto a IA nos meus estudos. Como ainda há dúvidas sobre a veracidade das informações que o ChatGPT nos diz, quando se trata de assuntos dos quais não sei muita coisa, tento evitar usá-lo. Porém, em casos que já conheço um pouco do assunto ou em que encontrei uma resolução não muito clara no Google, por exemplo, eu recorro ao ChatGPT. Pode-se dizer que ele é o meu “último recurso” caso dê tudo errado. E eu admito, as respostas que ele me apresenta, por mais que eu fique desconfiado sempre, são muito bem explicadas e costumam fazer sentido, o que me faz questionar se eu deveria começar a utilizar o ChatGPT com mais frequência ou talvez migrar totalmente para o uso da IA no meu dia a dia. (Fernando)
Fernando não fazia uso intensivo dessa tecnologia porque ainda não havia desenvolvido boas táticas para lidar com os problemas de alucinação da IA generativa. Parece-nos que Fernando estava passando por uma etapa de transição; desconfiamos, pelo seu depoimento, que era uma questão de tempo até ele “migrar totalmente para o uso da IA”.
Os depoimentos das/os estudantes nos deram acesso a fragmentos de múltiplas inventividades de uso da IA generativa: para elaborar textos, resolver problemas, traduzir, corrigir, planejar etc.:
Por curiosidade, também testei o uso como tradutor que, embora não tenha pedido traduções muito complexas, não houve nenhum erro por parte da IA. (Rebeca)
Também utilizo para corrigir códigos que eu mesmo escrevi e não consegui achar o problema sozinho ou estou buscando melhorar a eficiência. (Artur)
Muitas/os estudantes passaram a consultar a IA em vez de usar um mecanismo de busca na web:
Atualmente utilizo o ChatGPT para grande parte das coisas que preciso de respostas e que iria normalmente pesquisar no Google. (Artur)
Nem tenho mais utilizado o Google para buscas, vou logo nele [no ChatGPT]. (Allanis)
Após o lançamento do ChatGPT, o Google rapidamente percebeu a ameaça ao seu mecanismo de busca e acionou o “código vermelho” na empresa:
O lançamento do ChatGPT levou a administração do Google a declarar um “código vermelho”. Para o Google, isso foi semelhante a acionar o alarme de incêndio. Alguns temem que a empresa esteja chegando ao momento que as maiores empresas do Vale do Silício temem — a chegada de uma enorme mudança tecnológica que pode virar o negócio de cabeça para baixo. Por mais de 20 anos, o mecanismo de busca Google serviu como o principal portal mundial para a Internet. Com essa nova tecnologia de chatbot pronta para reinventar ou mesmo substituir os mecanismos de busca tradicionais, o Google pode enfrentar a primeira ameaça séria ao seu principal negócio. (Grant, 2023, n.p., tradução nossa)
Há estudantes que utilizam a IA para conversar e aprender com ela o que não compreenderam com o/a professor/a ou com os conteúdos didáticos, sendo útil para explicar conceitos, tirar dúvidas, debater etc.:
Se alguma disciplina me apresenta um conteúdo novo, eu logo penso: “vamos ver o que o ChatGPT diz sobre esse tema”. Por exemplo, houve uma semana em que me ausentei das aulas e, após saber quais os conteúdos que foram dados, foi muito fácil e rápido entrar na plataforma e conseguir ter uma breve noção do que foi visto. (Joana)
Com ele consigo economizar tempo pedindo um resumo ou uma explicação a respeito de um determinado assunto no qual eu tinha alguma dificuldade para compreender. (Augusto)
Particularmente descobri recentemente que o ChatGPT é uma ótima ferramenta de apoio para que as coisas façam sentido na nossa cabeça. Se pedirmos ao ChatGPT para explicar algum tema complexo de forma simples, ele se prova extremamente competente em desenvolver esses resumos. Se, logo após a resposta, escrevermos “ainda não entendi. Explique como se eu tivesse 5 anos de idade”, a explicação vem ainda mais simplificada, com uma linguagem ainda mais acessível. (Caio)
Já utilizei para tirar dúvida relacionada à programação, onde tive um ótimo resultado. (Rebeca)
Uso também para alguns casos específicos, para me explicar de forma minuciosa pedaços de código no momento que estou estudando e tentando aprender alguma coisa nova (Artur).
Quando estou estudando sobre algo, eu gosto de debater ou explicar a matéria para outro estudante, isso me ajuda a dominar melhor o tema. Uso o ChatGPT mais como um debate do que para ele me ensinar. (Paulo)
Outro uso comum é para a coautoria, como se a IA fosse uma parceira intelectual, uma coautora, uma tecnologia que apoia as produções: uma redação, um trabalho, uma apresentação, um código de programação:
Toda vez que preciso fazer algum trabalho da faculdade, eu utilizo a IA. (…) até mesmo para preparar um roteiro de apresentação sobre algum tópico (Allanis).
Uso o Copilot[2], hoje codifico igual a um deus e aprendo demais com o GPT-4 (Guilherme).
Guilherme usou uma hipérbole ao afirmar que codifica “igual a um deus”, uma figura de linguagem para enfatizar que se tornou capaz de programar muito bem utilizando a IA generativa. Não se trata de terceirização do trabalho, pois não é a IA que codifica como uma deusa; é o próprio Guilherme que, hibridizado com a IA generativa, se tornou capaz de programar melhor. Essa relação estabelecida com a IA não inibe o desenvolvimento intelectual de Guilherme, não o faz perder a capacidade de programar; pelo contrário, ele “aprende demais” com essa parceria, pois tem acesso a formas mais avançadas de programação. Guilherme não abrirá mão dos superpoderes adquiridos com essa colaboração: ele já se tornou um programador híbrido, que realiza autoria de códigos de programação em parceria com a IA generativa.
Em suas artes de fazer, estudantes inventam múltiplos usos da IA generativa, produzindo outros modos de estudar e aprender ainda não enquadrados pelas lógicas hegemônicas das escolas e universidades. As inventividades não surgem do nada, não são um evento isolado, mas um processo contínuo de produção e invenção, formado por uma rede de múltiplos referenciais que as/os constituem (Deleuze, 2018 [1968]). A invenção não se limita à criação de novos objetos materiais, mas envolve um processo mais amplo de produção de novas ideias, conceitos e formas de pensamento, enraizado em um campo cultural, social, econômico e histórico mais amplo; trata-se de um ato de resistência às formas de controle e padronização determinadas pela sociedade. A inventividade contribui para a criação de novas formas de vida e pensamento; requer coragem para enfrentar o risco e a incerteza, explorar novas possibilidades, abrir-se ao desconhecido e rejeitar as limitações impostas pelos modelos instituídos (Deleuze; Guattari, 1997 [1980]; Deleuze, 2018 [1968]).
Partimos da compreensão de que as inventividades das/os estudantes, ao utilizarem a IA generativa em inúmeras situações de estudo e aprendizagem, são constituídas por diferentes etnométodos: “modos, maneiras, jeitos pelos quais todo e qualquer ator social interpreta, compreende e resolve os problemas cotidianos da vida” (Macedo, 2010, p. 250). Consideramos que esses etnométodos são forjados por estudantes situadas/os culturalmente, produtoras/es de conhecimento, seres pensantes e criativas/os. Os depoimentos aqui transcritos nos forneceram rastros de como elas/es estudam e aprendem em parceria com a IA, e como percebem e atribuem sentidos ao próprio processo formativo híbrido.
Kastrup apresenta o conceito de aprendizagem a partir da invenção, denominado por ela de aprendizagem inventiva: “A aprendizagem não é um processo de solução de problemas nem a aquisição de um saber, mas um processo de produção de subjetividade” (Kastrup, 2005, p. 1273). Trata-se da invenção de si e do próprio mundo, novas perspectivas, descobertas e transformações. As aprendizagens inventivas envolvem abertura para a subjetividade e valorização das experiências e perspectivas individuais como recursos para a criação de novos conhecimentos e produção de mundos. As aprendizagens inventivas “abdicam do caráter instrumental assumido por alguns modos de gestão dos saberesfazeres e praticam o não contentamento diante das aprendizagens convencionais e/ou estabelecidas por escolas ou correntes de pensamento.” (Nolasco-Silva, 2022, p. 72-73)
As/Os universitárias/os não são “idiotas culturais”, não aceitam tudo o que a IA generativa apresenta como resposta, pois sabem que ela pode gerar informações incorretas e, por isso, aprendem a duvidar do conteúdo gerado:
Obviamente não confio cegamente, pois sei da sua fama de alucinar, mas dá um bom norte para mim. (Mariana)
Acredito que não posso confiar cegamente no que obtenho ali, e sempre reviso para verificar se realmente está correto. (Rebeca)
Não gosto da ideia de usar apenas ela [a IA generativa] para tudo. O ideal é sempre ter inúmeras fontes e não depender apenas de uma. (Viviane)
Já percebi que ele [o ChatGPT] dá algumas respostas erradas… Então eu não confio 100% no ChatGPT, ele só é mesmo meu copiloto acadêmico. (Allanis)
Estou aprendendo a usar de maneira mais eficiente, descobri que “falando” do jeito certo é possível obter resultados muito melhores e mais precisos, que me renderam grandes avanços em algumas atividades. Por exemplo, depois que entendi como perguntar melhor, não o uso mais para pesquisar coisas atuais por causa da limitação do banco de dados do GPT [3.5], que vai só até 2021. Não o uso pra atualidades. (Augusto)
ChatGPT não deve ser a única maneira de aprender. É uma excelente ferramenta de aprendizado, mas na minha opinião, ainda não pode ser usada sozinha. (Walter)
Para lidar com os problemas da IA generativa, as/os estudantes criam suas próprias “táticas” (Certeau, 2008): descobrem um jeito certo de perguntar e entendem que ela não serve para tudo. Os depoimentos das/os estudantes apontam para a importância do pensamento crítico, da capacidade de duvidar das respostas e de verificar a veracidade das informações em fontes confiáveis.
Diariamente, somos atravessadas/os por tsunamis informacionais em rede, incluindo fake news e deepfakes; saber lidar com as informações online tem exigido de nós cuidado (em termos éticos) e responsabilidade político-informacional para não acreditarmos em informações falsas, nem propagarmos desinformação. Promover uma formação que desenvolva a crítica sobre o conteúdo gerado, o questionamento, a análise e a avaliação das informações por meio do levantamento de outros pontos de vista e fontes de informação são nossas propostas para ensinar o uso responsável da IA generativa nos cotidianos educacionais. Também buscamos desenvolver a autoria, a autonomia intelectual e o debate coletivo e construtivo de diferentes visões de mundo.
As inventividades discentes com o uso da IA generativa nos levam a repensar nossas próprias práticas de ensino, as abordagens didático-pedagógico-curriculares que nos inspiram, as situações educacionais que criamos, o ideal de formação que desejamos, a forma como avaliamos etc. Como resultado, algumas/uns professoras/es já modificaram suas práticas pedagógicas, como revelou Rebeca:
Já usei para fazer várias atividades em sala de aula, inclusive solicitadas pelos próprios professores, afinal grande parte das disciplinas que estou cursando este semestre abordaram de alguma forma o uso do ChatGPT, principalmente para atividades como questionários, resumos e revisão de texto. (Rebeca)
É interessante notar que Rebeca encontrou o apoio de suas/seus professoras/es para usar a IA generativa nas práticas cotidianas do curso. Ela recebe, com naturalidade, a inclusão dessa tecnologia nas situações didáticas, como se fosse uma consequência esperada no novo cenário sociotécnico. Essa é uma reconfiguração das “situações didáticas” (Marin; Silva; Souza, 2003), pois a tríade estudante-docente-conhecimento está sendo ampliada para incluir também a IA generativa como mediadora do conhecimento, resultando em uma mediação híbrida docente-IA.
É certo que os depoimentos aqui discutidos não são representativos da totalidade de estudantes universitárias/os de nosso país, pois foram obtidos de uma amostra de estudantes de um único curso de Computação. Em 2023, a Pesquisa Global de Estudantes (Global Student Survey 2023) (Chegg.org, 2023) realizou uma pesquisa online com o objetivo de obter dados de estudantes universitárias/os de todo o mundo, incluindo o Brasil. Com essa pesquisa, foi possível concluir que a maioria das/os estudantes universitárias/os brasileiras/os já estava utilizando a IA generativa desde meados de 2023 — ou seja, não estava restrita a estudantes de Computação.
Fonte: (Chegg.org, 2023, p. 13-14, tradução nossa)
Essa pesquisa também investigou quais eram os usos que as/os estudantes estavam fazendo da IA generativa. As conclusões são semelhantes às que discutimos anteriormente — as/os estudantes a utilizam para diversas finalidades: aprender, gerar ideias ou rascunhos de tarefas, pesquisar, escrever textos, preparar apresentações, verificar o dever de casa, estudar para provas e ajudar na realização do dever de casa.
Fonte: (Chegg.org, 2023, p. 15, tradução nossa)
Fonte: (Chegg.org, 2023, p.16, tradução nossa)
Ao serem questionadas/os sobre os motivos para usar a IA generativa, a maioria declarou utilizá-la porque ela ajuda a aprender com mais rapidez; muitas/os também a utilizam por possibilitar uma aprendizagem mais criativa, interativa e personalizada. Contudo, chamou nossa atenção o fato de muitas/os estudantes justificarem o uso da IA generativa porque ela “libera mais do meu tempo”. O que isso significa? Estariam “colando” da IA para não “perder tempo” fazendo as tarefas de casa, como muitas/os professoras/es temem? Será que liberar o tempo da/o estudante é prejudicial ou benéfico à sua formação? Esses e outros questionamentos foram levantados pelas/os docentes, conforme apresentaremos no próximo capítulo.
Embora sejam pertinentes as suspeitas sobre o uso antiético da IA generativa, na percepção de muitas/os estudantes que participaram da pesquisa, essa tecnologia contribui para melhorar a compreensão de conceitos e assuntos complexos; melhorar a capacidade de concluir as tarefas e de organizar a carga de trabalho acadêmico; melhorar as notas e o desempenho acadêmico; aumentar a confiança acadêmica e melhorar as habilidades de escrita. Essas mudanças, promovidas pelo uso da IA generativa, parecem ser todas benéficas:
Fonte: (Chegg.org, 2023, p.25, tradução nossa)
A maioria das/os estudantes da pesquisa está ciente de que a IA generativa pode ser usada para “trapacear” e de que ela pode gerar informações incorretas ou imprecisas (Chegg.org, 2023, p.22). Apesar dessas preocupações, parece evidente, para a maioria das/os estudantes universitárias/os brasileiras/os, que a IA generativa é muito útil para o estudo e a aprendizagem; por isso, muitas/os têm feito uso frequente dessa tecnologia no ensino superior desde o lançamento do ChatGPT.
Em 2024, uma outra pesquisa global evidenciou que 86% das/os estudantes universitárias/os de todo o mundo utilizavam IA em seus estudos, sendo que 54% usavam IA semanalmente ou diariamente (Digital […], 2024). Esse resultado representa um aumento considerável de universitárias/os utilizando IA em relação ao ano anterior. Nesse ritmo, podemos supor que já em 2025 quase todos as/os estudantes universitárias/os utilizam IA generativa nas práticas acadêmicas.
Engana-se quem supõe que a IA generativa não tenha atingido também as/os estudantes da escola básica, como evidenciou a pesquisa TIC Educação 2024 (CETIC.br[3], 2025):
Fonte: CETIC.br (2025)
A pesquisa revelou que a maioria (70%) das/os estudantes do ensino médio utiliza IA generativa. Essa tecnologia também é utilizada, ainda que em menor proporção, por estudantes do Ensino Fundamental. Queiramos ou não, a IA generativa é uma realidade no cotidiano das/os estudantes de todos os níveis e modalidades educacionais.
Apesar da ampla adoção, de acordo com a pesquisa em questão, apenas 19% das/os estudantes da escola básica afirmaram ter recebido orientação de professoras/es sobre como utilizar aplicações de Inteligência Artificial em atividades da escola. Esse dado é preocupante, pois sabemos que nem todo uso é adequado, por isso é imprescindível educar as/os estudantes para que saibam fazer uso qualificado (crítico, ético e formativo) da IA generativa. O resultado nos alerta para a urgência de políticas públicas e investimentos em formação docente para o uso pedagógico da IA generativa, tema que discutiremos no próximo capítulo.
[1] As/Os estudantes autorizaram a publicação dos depoimentos transcritos neste capítulo, sendo que umas/uns preferiram ser identificadas/os pelo nome verdadeiro, outras/os por pseudônimo.
[2] Copilot <https://copilot.microsoft.com> é um sistema da Microsoft baseado no GPT.
[3] Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação) é responsável por produzir indicadores e dados estatísticos sobre o acesso e o uso da Internet em nosso país.